Você já ouviu falar que usamos apenas 10% do nosso cérebro? Ou que algumas pessoas aprendem melhor por serem "visuais" enquanto outras são "auditivas"? Essas crenças populares são o que chamamos de neuromitos — interpretações equivocadas, exageradas ou incompletas de pesquisas reais da área de neurociência. Quando essas ideias chegam às salas de aula, o resultado pode ser preocupante: práticas de ensino ineficientes baseadas em informações que não têm fundamentação científi